terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A Morte De John Lennon Por Mark Chapman


Boa Noite Notívagos...A morte de John Lennon desperta muitos mistérios ate hoje, será mesmo que um livro seria capaz de induzir uma pessoa a matar alguém? O escritor J.D.Salinger é um desses excêntricos autores da literatura americana. Ele não dá entrevistas, não se deixa fotografar e passou dezenas de anos sem escrever. O Apanhador no Campo de Centeio, romance mais famoso de Salinger, retrata as dúvidas e fantasias de um adolescente de 1950. Escrito num tom lacrimoso de auto-ajuda, e talvez por isso, o livro virou cult no mundo inteiro. O curioso é que a obra foi achada na casa de dois notórios malucos: Mark Chapman, o assassino de John, foi encontrado pela polícia quando lia tranquilamente O Apanhador no Campo de Centeio. John Hincley Jr., o homem que atirou no presidente americano Ronald Reagan para supostamente chamar a atenção da atriz Judie Foster, também tinha um exemplar do livro em casa. Teóricos da conspiração acreditam que o romance é um gatilho mental para matadores pré-programados. A missão ficaria “adormecida” na mente do assassino, como uma espécie de vírus de computador psíquico, até que ele lesse o livro e acionasse a programação. A obra narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 17 anos vindo de uma família abastada de Nova York. Holden, estudante de um pomposo internato para rapazes, volta para casa mais cedo no inverno depois de ter levado bomba em quase todas as matérias. Na volta para casa, ao se preparar para enfrentar o inevitável esporro da família, Holden vai refletindo sobre tudo o que viveu, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta enxergar seu futuro. Antes de se defrontar com os pais, procura algumas pessoas importantes para si um professor, uma antiga namorada, e sua irmãzinha. E tenta lhes explicar a confusão que passa por sua cabeça. Não há nada de mais trágico, ou dramático, na história,é só um adolescente voltando para casa. A grande magia de O Apanhador é justamente ser uma história de e para adolescentes, e não meramente um livro "recomendado para leitores em idade escolar". Foi à primeira vez na literatura americana, que o universo dos jovens foi estudado a fundo e exposto de maneira absolutamente natural, sem nenhuma pretensão ou didatismo. As ideias, conceitos, bobeiras, burrices...toda a loucura de ser jovem, nunca tinha sido traduzida de uma maneira tão profundamente com a realidade.

 
J.D.Salinger foi um desses eremitas excêntricos da literatura. Teve uma vida reclusa que se intensificou nos últimos anos. Faleceu em 27 de janeiro de 2010 de causas naturais. Mesmo jurado de morte na prisão, Mark David Chapman recusa a liberdade condicional. É ele o autor do disparo que matou o ex-Beatle John Lennon, em 1980. Nas mãos do assassino, um exemplar de O apanhador no campo de centeio. Teria sido o personagem do livro que segundo ele o inspirou a cometer o crime. “Grande parte de mim é Holden Caulfield. Outra parte deve ser o demônio”, contou à polícia. Apesar de Chapman ter culpado parte do romance pelo sangue derramado, a rebeldia inaugurada na narrativa de Salinger está longe de estimular a barbárie. Logo após a morte de Lennon, as vendas do clássico dispararam, até firmar-se como best-seller e leitura obrigatória. Todo mundo queria saber quem era Holden Caulfield. O que tinha de tão curioso a ponto de inspirar um assassino? O personagem é um simples adolescente de 17 anos, recém-expulso do colégio por mau desempenho. É depressivo, mente e sofre com a própria instabilidade emocional. Tão inocente quanto as brigas nas quais se envolve. Alimenta afetos e ódios. Não tem sonhos concretos, nem planos para o futuro. Apenas vontades passageiras. Tudo o deprime, estado que alimenta ainda mais sua rebeldia. Os teóricos de conspirações acreditam que a CIA estivesse envolvida no caso Lennon e Reagan. Essas teorias acusam a CIA de ser a responsável por programar a mente de Mark Chapman e John Hinckley Jr.. Na década de 70 Lennon se tornou o mais influente ativista anti guerra. Era o ativista mais perigoso do ponto de vista americano, por causa da grande visibilidade que sua figura representava. A vigilância do governo americano, começaram a prestar atenção a Lennon em 1971, quando ele realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas. O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer idéia subversiva seria facilmente aceita pela juventude.

 
O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. A solução encontrada foi à mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio. Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, “protegeu” Lennon da polícia federal e do serviço secreto, e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos. Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra política e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato, que começaria em 20 de janeiro de 1981, sem o temido ativista. O novo presidente era Ronald Reagan. William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Acredita-se que Casey tenha exercido influência dentro da CIA, antes mesmo de Reagan assumir o cargo de presidente, deixando o caminho livre para que o "trabalho fosse realizado". O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas que eram Yoko Ono e o porteiro do edifício Dakota, que depois o identificaria como o criminoso. Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos. Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas? Todas as entrevista que Chapman concedeu até hoje, só foram possíveis graças a intensa negociação por parte das emissoras, o que reforça a ideia de que Chapman não procurava por fama ao matar o ex integrante do The Beatles.

 
Vários meses depois, Chapman afirmou que matou Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio. Mas antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano. Na prisão, Chapman declarou à BBC: “Ele (Lennon) passou por mim e então ouvi na minha cabeça, ‘faça, faça, faça’. Não me lembro de mirar. Apenas puxei o gatilho com força, cinco vezes”. Que vozes eram essas? Chapman não tinha passado de maluco. Pelo contrário, ele tinha uma vida social normal e era um excelente monitor em acampamentos de meninos. Será que alguém estaria controlando a mente de Mark Chapman? Ou de fato era o demônio dentro dele mandando matar Lennon?. David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado. Yoko Ono, negou a ligação do marido com o IRA e lembrou que ele defendia os direitos civis e de paz. Entretanto, os arquivos existem e estavam classificados pelo FBI como de “segurança nacional”. Isso prova que Lennon era fortemente investigado pelas inteligências americana e britânica no início dos anos 70. Já no Caso Reagan, A versão oficial a respeito da tentativa de assassinato de Ronald Reagan, foi de que o responsável pelo ato, John Hinckley, Jr., tentou assassinar o então presidente para chamar a atenção da atriz Jodie Foster. Segundo essa versão enquanto Hinckley morava em Hollywood no final da década de 1970, ele assistiu o filme Taxi Driver pelo menos umas quinze vezes, ao que parece houve uma forte identificação com o personagem principal, Travis Bickle interpretado por Robert De Niro. A trama mostra os esforços de Bickle para proteger uma prostituta de 12 anos interpretada por Foster; quase no fim do filme, Bickle tenta assassinar um Senador americano que é candidato a presidente. Nos anos seguintes, Hinckley persegue Foster pelo país, chegando ao ponto de matricular-se no curso de letras da Universidade Yale em 1980 quando ele ficou sabendo que ela era uma estudante daquela universidade. No fim de 1980, Hinckley escreveu muitas cartas e bilhetes endereçados a Foster. Ele telefonou para ela duas vezes e se recusou a desistir quando ela indicou que não estava interessada nele. Convencido que sendo uma figura conhecida nacionalmente ele estaria à altura de Foster, Hinckley começou a perseguir o então presidente Jimmy Carter. Então no dia 30 de Março de 1981, 69 dias após a posse do novo presidente, Ronald Reagan, Hinckley põe em prática seu plano, emboscando o presidente na saída do Washington Hilton Hotel. Mas por que Reagan a CIA iria querer Reagan morto? Quem sabe eles queriam que o vice presidente, o senhor George H.W. Bush,assumisse o governo. Bush havia perdido para Reagan as prévias do partido, mas fazendo uso de uma manobra política, que visava o apoio incondicional do partido, Ronald convidou o ex rival para formar com ele a dupla que tentaria recolocar o partido republicano no poder.

 
Seria George H.W. Bush, o homem por trás da conspiração que matou Lennon, e seria ele o beneficiário no caso de morte de Ronald Reagan. Mas onde entraria John Hinckley, Jr. nessa maracutaia toda? Por que a CIA teria escolhido ele para se livrar do recém empossado presidente dos EUA? . John Hinckley, Jr. se colocou a disposição, ou foi escolhido pela CIA, por um motivo muito simples. Ele era altamente motivado a cumprir a missão e de grande importância nesse jogo, pois ele jamais entregaria a verdade para não prejudicar sua família. Ligações da família de Hinckley com George H.W. Bush. John Hinckley Jr. é filho de John Hinckley Sr., presidente da companhia petrolífera Vanderbilt Energy Corp., uma das maiores patrocinadoras política e financeira da campanha primária do Vice-presidente George H.W. Bush em 1980 contra Ronald Reagan, nas prévias do partido Republicano. Além disso, o irmão mais velho de John Hinckley Jr., Scott Hinckley, vice-presidente da Vanderbilt e Neil Bush, filho do Vice-Presidente George H.W. Bush tinha um jantar de negócios marcado para o dia seguinte ao atentado. Só como curiosidade John Hinckley, Jr. alegou inocência por razões psicológicas e é mantido sob vigilância médica em um hospital psiquiátrico desde então. Uma pena bem razoável até, para alguém que tentou matar o presidente do E.U.A. Salinger, ao escrever O Apanhador no Campo de Centeio,não imaginava o estrondoso sucesso que viria. Se soubesse, talvez não tivesse sido capaz de criar um romance tão despretensioso e banal. Até porque levou uma vida anti-social semelhante à de seu personagem. A narração em primeira pessoa é repleta de gírias e expressões jovens. Fatos triviais e divagações seguem sem respiro. É assim que o personagem vomita sua inocência. Embora transcorrido nos anos 50, o romance parece não ter época. Poderia ser adaptado, tranquilamente, para qualquer década posterior. A ausência de sinais do passado, exceto por uma máquina de escrever, evidencia que o romance não envelheceu como ocorre com os clássicos. Embora seja um hino da revolta juvenil, O apanhador no campo de centeio também é lido por marmanjos. Não é preciso ser jovem para identificar-se com o anti-herói, rebelado contra a sociedade.
 
Em nenhum momento, contudo, o livro de Salinger faz apologia à violência ou ao ódio. O cartão-verde para a rebeldia não justifica qualquer crime, ao contrário do que entendeu o assassino de Lennon. Ele levou ao pé da letra as revoltas passageiras do personagem. Ao contrário do criminoso, Caulfield não sofria de esquizofrenia e doença mental. Chapman teria se inspirado em qualquer símbolo da incompreensão jovem para justificar seus demônios. Outra coisa que chama a atenção foi a preocupação de Salinger em desvincular o livro da sua pessoa. Na primeira edição estadunidense, ele pediu para o seu editor não lhe enviar nenhuma crítica escrita sobre o livro. Dizia não querer acreditar sobre o que leria a seu respeito. Proibiu também qualquer trabalho publicitário em cima do mesmo. Sua paranoia chegou ao ponto de achar que a sua foto na contracapa estava muito em destaque, pedindo para substituí-la por outra mais discreta. A quem diga que a capa original, da primeira edição, do livro possui mensagens subliminares.

= Curiosidades:  

= Além da música Who Wrote Holden Caulfield? (Kerplunk!, de 1992), o Green Day faz referências a Holden Caulfield nos cinco álbuns da banda. 

= A letra de In Hiding, do Pearl Jam, fala sobre tentar achar a casa de Salinger. Eddie Vedder disse ao NME que, no fundo, é uma metáfora sobre tentar encontrar a casa de Deus, "como se Ele fosse um recluso; você encontra a casa Dele, abre Sua caixa de correspondência e descobre que está cheia de junk mail". 

= Quando perguntaram a Mark Chapman por que ele matara John Lennon, o perturbado-mental-ou-pau-mandado-da-CIA disse: "Leia O Apanhador no Campo de Centeio e você descobrirá porque o fiz. Esse livro é meu argumento". 

= Em uma referência a Chapman, o filme Teoria da Conspiração traz Mel Gibson no papel de um lunático que compra todas as cópias de O Apanhador... que consegue encontrar, sem nunca ter lido o livro.

= Mark David Chapman, o sujeito que assassinou John Lennon em 1980, tinha uma cópia do livro em suas mãos quando foi encontrado pela polícia. Outro pirado, John Hinckley Junior, que tentou matar o então presidente norte-americano Ronald Regan em 1981, também tinha um exemplar no bolso.

Foi o suficiente pra que um monte de gente começasse a tentar ligar o romance a outros crimes. Uma teoria diz que a CIA teria desenvolvido uma espécie de programa de formação de assassinos por controle remoto, e que O Apanhador no Campo de Centeio teria algum papel importante na jogada. No filme Teoria da Conspiração (1997), estrelado por Mel Gibson e Julia Roberts e cuja trama empresta elementos da citada teoria, o personagem de Gibson é um desses assassinos do governo, programado pra comprar um exemplar do livro sempre que possível e, assim, manter a CIA constantemente a par de sua localização.
 
O Apanhador no Campo de Centeio é o romance de estréia do estadunidense J. D. Salinger, publicado originalmente em 1951. Narra à história do adolescente Holden Caulfield, que acaba de ser expulso do colégio, um internato meio burguês. Ele não está nem um pouco triste com isso, já que considera a maioria de seus colegas esnobe. Sua única preocupação é a reação dos pais. Com algum dinheiro na carteira, ele pega as malas e decide voltar pra Nova York, onde mora pois o internato fica na Pensilvânia, mas não avisa ninguém. Ao invés de ir pra casa, hospeda-se num hotel. Toma um porre, vai a um clube de jazz, liga pra uma ex-namorada, contrata uma prostituta e briga com um cafetão, passeia no Central Park, encontra um ex-professor e visita sua irmã menor, Phoebe. E é basicamente isso, sem grandes reviravoltas. Na verdade, o grande trunfo do livro não é exatamente a trama em si, mas a construção do personagem principal, sua visão de mundo e a maneira como se relaciona com ele. Trata-se de um brilhante retrato da adolescência, embora qualquer pessoa que já tenha se sentido deslocada seja capaz de se identificar com Holden. O protagonista se sensibiliza com a inocência das crianças e se revolta com a hipocrisia dos adultos, estando ele mesmo perdido entre esses dois mundos. O próprio título do livro é uma metáfora pra situação do personagem. Ele confessa a Phoebe que o único trabalho que consegue se imaginar fazendo é apanhar as crianças que estão brincando em um campo de centeio à beira dum abismo. Por pouco, Salinger não se tornou uma espécie de “one hit wonder” da literatura. O Apanhador no Campo de Centeio é seu único romance propriamente dito. Seu livro seguinte, o espetacular Nove Estórias, publicado em 1953, é uma compilação de contos. Alguns deles trazem elementos autobiográficos, Além de incluir algumas narrativas brilhantes, Nove Estórias também merece destaque por apresentar o leitor à família Glass. Trata-se de um clã meio disfuncional criado por Salinger. É formado pelos pais Les e Bessie e por seus sete filhos: Seymour, Boo Boo, os gêmeos Walt e Walker, Franny, Zooey e Buddy. Este último é escritor e uma espécie de alter-ego do autor. Os Glass são protagonistas ou personagens secundários em alguns dos contos (Um Dia Perfeito Para os Peixes-Banana, Tio Wiggily em Connecticut e Lá Embaixo, no Bote), bem como nas obras seguintes de Salinger,o interessante Franny & Zooey e o fraquinho Carpinteiros, ambos reunindo duas histórias curtas cada. Ao longo dos três livros, é possível perceber que os sete irmãos, que foram todas crianças prodígios na infância, acabaram crescendo como adultos problemáticos. O cineasta Wes Anderson afirma que os personagens de seu filme Os Excêntricos Tenenbaums (2001) são inspirados na família Glass. Provavelmente, é o mais próximo do cinema que a obra de Salinger irá chegar, uma vez que o escritor recusa-se terminantemente a vender os direitos de seus livros para Hollywood. Outra coisa que chama a atenção no sujeito, que não publica material inédito há mais de 40 anos, é seu caráter meio eremita: há décadas não faz uma aparição pública ou concede uma entrevista. 
 
= NA CULTURA POP: 

= O assassino de John Lennon, Mark David Chapman, carregava este livro consigo no dia em que cometeu o crime. Segundo testemunho do próprio Chapman, estava lendo o "Apanhador no Campo de Centeios", minutos antes de tentar o suicídio e da obra teria tirado inspiração para matar John. 

= Outro fato curioso é que o atirador que tentou matar Ronald Reagan em 30 de abril de 1981, afirmou a mesma coisa, ou seja, que teria tirado do livro a inspiração para matar o presidente Reagan, não obstante, o assassino de Rebecca Schaeffer, Roberto John Bardo, carregava consigo o livro quando a matou. 

= No filme "Teoria da Conspiração ", Mel Gibson faz o papel de um motorista de táxi psicótico, que acha que todos estão contra ele, ele possui uma compulsão, comprar diariamente um mesmo livro, "o Apanhador no Campo de Centeio", em sua casa existem milhares de exemplares dessa obra. 

= A banda punk-rock californiana Green Day gravou em 1992, no seu segundo álbum intitulado Kerplunk! a música Who Wrote Holden Caulfield?, baseada no livro. 

= O vocalista, guitarrista e compositor Billie Joe Armstrong compôs a letra baseada no livro pois para ele, Holden Caulfield, o personagem principal, era como ele, um cara rebelde, largado e "invisível". Billie teve que ler esse livro durante o colegial, mas acabou não lendo. Tempos depois, ele resolveu ler e acabou tornando um dos seus livros favoritos. 

= O desenho South Park teve o episódio "A Historia de Scrootie Sodomita" baseado na obra. 

= O CD Chinese Democracy (2008) do Guns N' Roses possui uma faixa entitulada "Catcher In The Rye". 

= O Apanhador no Campo de Centeio teve influência cultural muito significativa, e obras inspiradas por ele teria sido dito para formar seu próprio gênero. Dr. Sarah Graham avaliou trabalhos influenciados por The Catcher in the Rye para incluir os romances Less Than Zero por Bret Easton Ellis, The Perks of Being a Wallflower por Stephen Chbosky , A Complicated Kindness por Miriam Toews , The Bell Jar por Sylvia Plath , Ordinary People por Judith Guest , e o filme Igby Goes Down por Burr Steers.

 = J.D.Salinger escritor do livro o Apanhador no Campo de Centeio:
 
= Mark Chapman o assassino de John Lennon :
 = John Hincley Jr condenado por tentar matar o presidente dos E.U.A:

sábado, 7 de fevereiro de 2015

CANTORA PIXIE LOTT BRASIL

BOA NOITE NOTÍVAGOS...AS CANTORAS BRITÂNICAS ESTÃO NO AUGE DAS PARADAS MESMO,DEPOIS DE ADELE,JESSIE J,CHER LLOYD, A CANTORA DO MOMENTO É INGLESINHA PIXIE LOTT,DEPOIS DO SUCESSO MUNDIAL COM  A MUSICA "ALL ABOUT  TONIGHT ",QUE FICOU SENDO CONSIDERADA UMA DAS 10 MELHORES MUSICAS DE 2011,PIXIE VEM AGREGANDO FÃS AO REDOR DO MUNDO,NÃO SÓ PELA SUA MUSICA,COM TBM PELO SEU TALENTO EM MODA,POIS ALEM DE CANTORA PIXIE TBM É ATRIZ,DANÇARINA,E DESIGN DE MODA,COM UM ESTILO PRÓPRIO A CADA DIA VEM RECEBENDO ELOGIOS EM REVISTAS ESPECIALIZADAS,DO REINO UNIDO PARA MUNDO,ESSA LOIRINHA VEM MOSTRANDO QUE NÃO SÓ UM ROSTINHO BONITO NA NOITE,ELA VEIO PRA FICAR E QUER DEIXAR SEU NOME MARCADO NO BRITPOP,ENTÃO CONHEÇAM MELHOR ESSA NOVA REVELAÇÃO BRITÂNICA...
 
Victoria Louise Lott, conhecida como Pixie Lott nascida em Bromley no reino unido, em 12 de janeiro de 1991. É uma cantora, compositora, atriz, dançarina e designer de moda inglesa. Na adolescência, fez parte de produções musicais e sessões de composição, quando foi então contratada pela gravadora Mercury em 2008. Seu álbum de estreia, Turn It Up (2009), alcançou a sexta posição na tabela de sucessos britânica, a UK Albums Chart, foi certificado como disco de platina dupla pela associação British Phonographic Industry (BPI) e vendeu cerca de um milhão de cópias mundialmente. Suas duas primeiras canções lançadas como singles, “Mama Do (Uh Oh, Uh Oh) e Boys and Girls, atingiram o primeiro lugar da UK Singles Chart, levando Lott à proeminência no país e permitindo-lhe divulgar sua música na turnê local Crazy Cats Tour. O segundo trabalho de estúdio da artista, é Young Foolish Happy (2011), teve um pico de número dezoito na UK Albums Chart. E sua faixa de promocional,All About Tonight ficou em terceiro lugar no topo das paradas do Reino Unido.
PIXIE LOTT fez concertos de abertura para a cantora Rihanna em sua turnê Last Girl on Earth. Além de sua carreira na indústria fonográfica, aventurou-se em outras áreas: fez a sua estreia como atriz no filme Fred: The Movie para o Nickelodeon,no qual ela interpreta Judy, interesse amoroso do protagonista Fred Figglehorn (Lucas Cruikshank),tornou-se designer de moda da marca inglesa Lipsy London ao criar coleções de roupas e foi uma jurada convidada do programa televisivo de talentos The X Factor para ficar no lugar de Dannii Minogue, que estava de licença maternal. A obra cinematográfica foi ao ar em 18 de setembro de 2010. Lott foi elogiada pela sua atuação no longa-metragem, a qual, do contrário, recebeu resenhas depreciativas enquanto quebrou recordes de audiência. Foi lançado em DVD mais tarde em outubro, quando o disco da artista foi reeditado sob o título Turn It Up Louder com novas faixas, incluindo o single "Broken Arrow", número doze na UK Singles Chart. Durante dezenove datas do último bimestre de 2010, Lott embarcou na Crazy Cats Tour, sua turnê de debute, pelo Reino Unido em apoio ao seu trabalho. 
ENFIM GALERA...PIXIE LOTT PROMETE MARCAR SEU NOME NO BRITPOP,A MUSICA QUE EU MAIS GOSTO DELA É "KISS THE STARS",E ELA JÁ TEM UM GRANDE FÃ-CLUB PELO BRASIL,OS SEUS VIDEOCLIPES TEM MILHARES DE ACESSOS NA NET,ELES SÃO DANÇANTES E SUAS MUSICAS SÃO VICIANTES,MAS SE VCS AINDA NÃO CONHECIAM O SOM DE PIXIE LOTT, TA AI ALGUNS VIDEOCLIPES DESSA ESTILOSA CANTORA PARA VCS CURTIREM,VLW GALERA ATE:

   
   

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Gaslighting Os Vampiros Emocionais Gaslighting

Boa Noite Notívagos...O chamado Gaslighting, é uma guerra psicologia sutil e que ocorre na vida de muitos diariamente, Muitos tipos de violência não apenas física vem sendo exposta ao publico, uma delas é chamado por especialista de gaslighting, um tipo de violência psicológica em que o agressor apresenta fatos e informações falsas e faz a vítima duvidar da própria memória e percepção. Um sinal de abuso que muitos não conseguem identificar. A dinâmica dessa doença pode levar uma pessoa a perder o apetite, o sentido da vida e a deixando a beira da depressão. No mundo das relações, como o ambiente de trabalho, religioso e familiar isso também pode existir. Quando um colega de trabalho ou até mesmo seu chefe encontra uma maneira de fazer a vitima se sentir mal aos olhos dos outros. Uma possibilidade de retirar seu trabalho, ou faze-lo sair desse local. Seria uma espécie de “sugar a energia” dessa pessoa em uma forma negativa. É difícil de distinguir o gaslighting, porem romper o silêncio é fundamental para lutar contra essa violência psíquica...Então prestem muita atenção, para não serem vitimas desses destruidores Vampiros de alma,vlw galera ate:
A ORIGEM:
Gaslighting é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade. Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima. O termo deve a sua origem à peça teatral Gas Light e às suas adaptações para o cinema . O termo também tem sido utilizado na literatura clínica. A peça teatral Gas Light de 1938 e suas adaptações para o cinema, lançadas em 1940 e 1944, motivaram a origem do termo por causa da manipulação psicológica sistemática utilizada pelo personagem principal contra uma vítima. O enredo diz respeito de um marido que tenta convencer sua esposa e outras pessoas de que ela é louca, manipulando pequenos elementos de seu ambiente e, posteriormente, insistindo que ela está errada ou que se lembra de coisas incorretamente quando ela aponta tais mudanças. O título original decorre do escurecimento das luzes alimentadas por gás na casa do casal, que aconteceu quando o marido estava usando as luzes no sótão, enquanto buscava um tesouro escondido. A esposa percebe com precisão o escurecimento das luzes e discute o fenômeno, mas o marido insiste que ela está apenas imaginando uma mudança no nível de iluminação. O termo "Gaslighting" é utilizado desde 1960 para descrever a manipulação do sentido de realidade de alguém. A Psicóloga Martha Stout afirma que sociopatas e Psicopatas frequentemente usam táticas de gaslighting. Eles consistentemente transgridem os costumes sociais, descumprem as leis e exploram os outros, mas geralmente também são mentirosos, charmosos e convincentes ao negar as irregularidades que praticam. Assim, algumas pessoas que foram vítimas deles podem duvidar de suas próprias percepções. Os psicólogos Gertrude Gass e William C. Nichols usam o termo gaslighting para descrever uma dinâmica observada em alguns casos de infidelidade conjugal: "Os terapeutas podem contribuir para o sofrimento da vítima ao tachar as reações da mulher [...] Os comportamentos de gaslighting do marido provem uma receita para o chamado "ataque de nervos" para algumas mulheres e o suicídio em algumas das piores situações." Gaslighting também pode ocorrer em relações entre pais e filhos, sendo que os pais, a criança ou ambos tentam minar as percepções uns dos outros.
Além disso, o Gaslighting também foi observado entre pacientes e funcionários de unidades de internamento psiquiátrico. Algumas das condutas de Sigmund Freud têm sido caracterizadas como gaslighting. No influente artigo de 1981 chamado Some Clinical Consequences of Introjection: Gaslighting, Calef e Weinshel argumentam que gaslighting envolve a projeção e introjeção de conflitos psíquicos do agressor com a vítima: "essa imposição é baseada em um tipo muito especial de 'transferência'...de conflitos mentais potencialmente dolorosos." Os autores exploram uma variedade de razões pelas quais as vítimas podem ter "uma tendência a incorporar e assimilar o que os outros exteriorizam e projetam nelas" e concluem que gaslighting pode ser "uma configuração muito complexa e altamente estruturada que engloba muitos elementos do aparelho psíquico. No que diz respeito às mulheres em particular, a psicóloga Hilde Lindemann argumenta enfaticamente que, nesses casos, a capacidade da vítima de resistir à manipulação depende de "sua capacidade de confiar em seus próprios julgamentos."A criação de versões alternativas dos fatos pode ajudar a vítima a readquirir "níveis normais de livre-arbítrio." O álbum Two Against Nature de 2000, da banda Steely Dan, inclui uma canção intitulada "Gaslighting Abbie". Os músicos Walter Becker e Donald Fagen explicaram em uma entrevista que o título refere-se ao conceito de gaslighting como abuso mental. Eles passaram a discutir como o termo refere-se ao filme Gaslight de 1944. Uma característica freqüente entre os vampiros emocionais é o poder de sedução. Nos primeiros contatos, sempre parecem mais interessantes que as pessoas comuns. São bons de papo e gentis, mas, quando se sentem impelidos a saciar a sede por sangue, são capazes de avançar no pescoço da própria mãe e de quem mais estiver por perto. A descrição de Bernstein vale tanto para o colega de trabalho que se acha o sujeito mais inteligente do mundo quanto para aquela vizinha que sorrateiramente vigia cada um de seus passos. Como as crianças de colo, os vampiros imaginam que os outros existem apenas para suprir as suas necessidades. Parecem adultos por fora, mas continuam bebês por dentro. "As estratégias mais bem-sucedidas no trato com os vampiros emocionais são precisamente as mesmas a que você recorreria com uma criança de 2 anos para definir limites", Diz Bernstein.
 
= Cinco categorias de vampiros e os meios de enfrentá-los, adaptado da obra do psicólogo Albert Bernstein: 

O Vampiro Inconstante: Tem dificuldade para assumir qualquer tipo de compromisso. Está sempre à procura de novos parceiros amorosos e é instável na vida profissional. Alimenta-se da dedicação das pessoas, mas costuma abandoná-las ao considerar que se tornaram monótonas ou que já deram o que tinham para dar. 
= Como viver com ele: Dê crédito apenas a seus atos, e não às promessas. Não aceite suas desculpas intermináveis. Estabeleça regras para a convivência e punições em caso de desvio. Se flagrá-lo mentindo ou desrespeitando normas, conteste com firmeza. 

O Vampiro Teatral: Cada palavra e cada gesto são cuidadosamente planejados, como se vivesse o tempo todo no palco. Faz de tudo para se colocar no centro das atenções. Bajula os superiores com rara habilidade. Tudo isso o faz parecer inofensivo, mas é justamente a estratégia para sugar a confiança alheia. Ao conseguir, está pronto para puxar seu tapete. 
= Como viver com ele: Jamais o transforme em confidente e não se ofereça para sê-lo. Esteja atento para prováveis segundas intenções em tudo que ele faz ou fala. Elogie-o de vez em quando, pois o aplauso o mantém sob controle – mas não a ponto de parecer seu fã número 1.

O Vampiro Narcisista: Acha que é a pessoa mais inteligente e talentosa da face da Terra. Persegue com afinco os símbolos do status e do poder. É ríspido e esbanja auto-suficiência. Quando está por cima, pisa nos de baixo. Nutre-se da destruição da auto-estima alheia, o que o ajuda a projetar-se para o alto. 
= Como viver com ele: Não perca tempo tentando convencê-lo de que ele cometeu um erro, pois negará até a morte. Não dê crédito aos feitos grandiosos que relata. Não espere favores gratuitos, ele sempre vai querer algo em troca.

O Vampiro Obsessivo: Prestam atenção nos mínimos detalhes para tentar flagrar os outros em contradição. Não admite pequenos erros ou falhas e sente grande prazer em apontá-los. Deseja que todos se tornem igualmente perfeccionistas e inferniza o cotidiano de quem resiste ao adestramento. Voa no pescoço das pessoas próximas para extrair-lhes o que há de mais sagrado: a liberdade e a tranquilidade. 
= Como viver com ele: Nunca critique a virtude da qual ele mais se orgulha: a busca da perfeição. Nas discussões, evite entrar nas minúcias, pois são sua especialidade. Não conte a ele seus pequenos desvios do cotidiano, do tipo "liguei para o chefe dizendo que estava doente"

O Vampiro Paranoico: Desconfia que está sendo traído e que há segundas intenções por trás de tudo que os outros fazem ou dizem. Para ele, nada na vida é óbvio ou simples. Essa mania de perseguição obriga as pessoas com as quais convive a ser cuidadosas ao extremo. Assim, consome lentamente a paciência dos outros. 
= Como viver com ele: Ao falar, evite metáforas, ironias e figuras de linguagem,seja o mais claro possível. Não se submeta ao jogo de ter de provar lealdade a todo momento, respondendo a perguntas absurdas. Jamais admita que mentiu ou escondeu a verdade, pois isso nunca sairá da cabeça dele.
As mais comuns técnicas dos vampiros de Alma são: 

 Vampiro lamentoso – Ataca pelo lado emocional, sentimental e afetivo. Faz tudo para despertar comiseração. Sua vida é um mar de lágrimas, gemidos e prantos. Cheio de mágoas, coloca-se sempre na posição de vítima sofredora para quem o mundo é um carrasco. 
Defesa: diga logo a ele que você detesta lamentos porque queixumes nunca resolveram nenhum problema. Se ele insistir, diga que conhece um livro onde o autor descreve vários métodos de eutanásia. Quem sabe algum dentre eles não resolverá seus problemas de forma definitiva. Enfim, não dê moleza ao lamentoso. 

Vampiro inquisidor – Dispara uma pergunta atrás da outra. Se você tenta responder, ele corta sua resposta fazendo outra pergunta, talvez de assunto completamente diverso. Esse vampiro não tem nenhum interesse em respostas. Quer apenas desestabilizar o equilíbrio da mente da vítima, perturbando o fluxo normal dos pensamentos dela. 
Defesa: Corte-lhe as investidas reagindo com perguntas, de preferência idiotas, absurdas ou contundentes. Por exemplo: “Você já transou com pessoa do mesmo sexo?” 

Vampiro exigente – Cada fala ou gesto desse vampiro contém uma reclamação implícita ou explícita. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. Mas como suas reclamações têm pouco ou nenhum fundamento, ele raramente dispõe de argumentos sólidos para defender e justificar os seus protestos. 
Defesa: Mande logo ele parar de torrar a paciência. 

Vampiro cobrador – Cobra sempre, principalmente aquilo que não lhe é devido.
Apresenta-se como credor do mundo; acha que tem direito a tudo, e que não precisa dar nada em troca. Ao cruzar com você na rua, um vampiro desses não irá lhe dizer: “Oi, que bom te ver. Como vai, tudo bem?” Ele vai de imediato cobrar-lhe alguma coisa, tipo: “Você esqueceu que eu existo? Há meses espero um telefonema seu”. 
Defesa: Não vista a carapuça de culpado de desatenção pessoal que o vampiro quer lhe enfiar na cabeça. Não fraqueje. Cobre de volta. Responda rápido: “Tinha decidido nunca mais lhe telefonar antes de você me ligar para saber se estou vivo”. 

Vampiro crítico – Seu lema é: maldizer sempre, elogiar sinceramente nunca. Critica negativamente a tudo e a todos. Transmite para a vítima uma visão feia e negativa das coisas, das pessoas e do mundo. A crítica impiedosa e negativa cria no ouvinte um estado de alma escuro e pesado, e isso é outro jeito fácil de abrir uma jugular energética e se banquetear com os fluidos da vítima. 
Defesa: Diga ao vampiro, sem medo de parecer ridículo: “Coitado, como você está infeliz! Veja que dia (ou noite) lindo! O Sol (a lua-cheia, as estrelas) brilha no céu e você só vê escuridão! Vá se benzer”. 

Vampiro puxa-saco – É um adulador. Amacia o ego da vítima, cobrindo-a de falsos elogios. Lembra-se de O corvo e a raposa, fábula de La Fontaine? O corvo, no alto da árvore, carrega no bico um belo naco de queijo. A raposa esperta diz ao corvo que sua voz é magnífica, e pede a ele que cante. Lisonjeado, o corvo abre o bico, emite um grasnado horroroso e… deixa cair o queijo. A raposa abocanha o petisco, e ainda faz sermão ao tolo corvo: “Aprenda que todo adulador vive às custas de quem o escuta”. Cuidado com os aduladores. Dentro de cada um deles está um vampiro à espreita.
Defesa: Não caia na conversa de puxa-saco. Se ele insistir, conte-lhe a fábula de La Fontaine. 

Vampiro fuxiqueiro – A fofoca é uma das armas mais perversas dos vampiros de energia. Ele se achega, com ar sacana, e conta segredos da intimidade dos ausentes. Fala como quem lhe dá um presente. Mas, na verdade, planta na sua alma as sementes da maledicência, da traição e da calúnia,são demônios muito perigosos para a sua estabilidade energética. 
Defesa: não se divirta com as falsas prendas do fuxiqueiro. Mande ele cantar em outra freguesia. 

Vampiro pegajoso – A porta de entrada que ele procura arrombar é a da sua sensualidade e sexualidade. Aproxima-se como se quisesse lamber você com os olhos, com as mãos, com a voz. Fuja rápido dessa situação. Esse vampiro é muito perigoso. Ele irá sugar suas energias seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo perigoso, seja provocando em você repulsa e náusea. Em ambos os casos você estará desestabilizado e ele irá alcançar seu intento. 
Defesa: Diga que você é uma pessoa neurótica e detesta ser tocado. Se ele insistir, diga algo capaz de cortar qualquer tesão indesejado: “Preciso ir urgente ao banheiro”. 

Vampiro hipocondríaco – Cada dia aparece com uma doença nova. Diz que é vítima constante daquela dor que anda pelo corpo, e que cada hora está num lugar. É o seu jeito de chamar a atenção dos outros, despertando neles preocupação e cuidados. Deleita-se em descrever nos mínimos detalhes os sintomas dos seus males e todo o seu penar. Quando termina o relatório está ótimo. E quem lhe deu ouvidos está péssimo. 
Defesa: Dê a ele o telefone de um bom homeopata. Esses médicos têm uma paciência de Jó para tratar de hipocondríacos.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Paranavaí Cidade Poesia PR

 
Boa Noite Notívagos...Eu Sou Elessandro de Almeida Nasci em Pvaí PR...Paranavaí é um município localizado no Noroeste do Paraná, Fundada em 1951. A cidade é hoje centro de um município de 1 202,4 km² de área, onde vivem cerca de 86.218 habitantes de acordo com as ultimas estatísticas de 2014. Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul. A partir de 1930, o povoamento deslocou-se rapidamente para a Fazenda Velha Brasileira, atual zona urbana de Pvaí, em terras virgens e férteis foi plantado nada menos que um milhão de pés de café. A exuberância da terra da Fazenda Velha Brasileira atraiu, em curto lapso de tempo, pessoas de todos os quadrantes do país, que vieram de uma ou outra forma, contribuir para o progresso e desenvolvimento da cidade nascente. A Fazenda Velha Brasileira, surgindo sob inspiração de Dr. Lindolfo Collor, um dos líderes da Revolução de 1930 e autor da legislação trabalhista brasileira veio a pertencer-lhe. Posteriormente foi transferida à Companhia Braviaco.
Algum tempo mais tarde, por conta do Decreto No. 800"de 8 de abril de 1931, assinado pelo General Mário Tourinho, então Interventor Federal do Paraná, as terras de Paranavaí voltaram ao domínio do Estado, sendo autorizado o seu loteamento. Data dessa época o início da decadência da povoação e da localidade. Devido à burocracia existente, verificou-se um verdadeiro êxodo na população, que abandonava o patrimônio para fixar-se noutra localidade. Somente a partir de 1944, reiniciou-se o loteamento sob orientação do Dr. Francisco de Almeida Faria, quando, então se acredita, a localidade recebeu a denominação de "Colônia Paranavaí", neologismo formado pela junção dos nomes dos rios Paraná e Ivaí. Em 1956, no concurso promovido pela Associação Brasileira de Municípios, Paranavaí foi classificada, recebendo o "Diploma de Honra", como um dos cinco municípios de maior progresso e desenvolvimento em todo o Brasil sendo entregue pelo então presidente da república Juscelino Kubitschek.
Paranavaí conta com um dos mais modernos teatros do Paraná. O Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa, que foi inaugurado na noite de primeiro de abril de 2003 com o espetáculo O Segundo Sopro, do Balé Teatro Guaíra. O Teatro está no Centro Cultural Rodrigo Ayres, possuem 357 lugares, palco em estilo italiano, três camarins e ar condicionado central. A obra tem ainda um elevador para pessoas deficientes e um moderno sistema de som. O Femup - Festival de Música, Poesia e Contos de Paranavaí é um dos únicos do gênero no Brasil e é realizado há mais de 45 anos. E ainda o Projeto Ler para Crescer, que é uma feira onde são expostos vários livros e trabalhos para todo tipo de idade. A pouco tempo atrás foi lançado um livro sobre a cidade, intitulado "Paranavaí, Sua Marca...Sua História...Sua Gente" e escrito pela professora Fátima Ferreira Louro Pinto. Além do Teatro Municipal, Paranavaí ainda conta com uma Casa de Cultura, com um pequeno teatro para apresentações e eventos menores.
FEMUP: Festival de Música e Poesia: O FEMUP Festival de Música e Poesia de Paranavaí, existe desde 1966. É um dos mais antigos Festivais do Brasil e talvez o único que reúne em três noites poesia, música, conto e declamação. Alunos do Curso de Oratória e Liderança, do Colégio Estadual de Paranavaí, liderados pelo professor Gomes da Silva, pensaram em fazer uma “noite de arte”, envolvendo declamação, poesia e música. Levaram a idéia ao professor. Ele gostou. Mas aconselhou o nome de “festival” – sugeria festa, alegria – E disse: “Vamos chamar de 1º FESTIVAL DE MÚSICA E POESIA, pois poderá continuar”. Em 1968, o 3º Festival de Música e Poesia de Paranavaí, ganhou um companheiro, o 1º Concurso Literário de Contos. Então o FEMUP passou a se chamar Festival de Música e Poesia e Concurso Literário de Contos. Todos os anos a Fundação Cultural promove este evento que conta com a participação de artistas de várias partes do Brasil. O FEMUP não é da Prefeitura. Não é da Fundação Cultural. Não é de ninguém. O FEMUP é patrimônio histórico nacional. Sua importância na vida das pessoas, que de alguma forma dele participam, transcende nossa compreensão.
O Teatro Municipal: O Teatro Municipal de Paranavaí, foi inaugurado no dia 1º de abril de 2003 e a partir do dia 16 de dezembro de 2004 foi nominado como Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa. As instalações do Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa, demonstram requinte e conforto ao público e artistas. Juntamente com esta desenvoltura arquitetônica e tecnológica, encontramos uma equipe altamente qualificada para assessorar todos os eventos neste local, que é considerado como referência no Paraná. Sua capacidade é de 353 lugares. Dr. Altino Afonso Costa,Poeta, cronista, declamador. Lançou em 2001 seu livro de crônicas e poemas “Buquê de Estrelas”. Médico em Paranavaí, formado em 1960, pela Faculdade de Ciências Médicas do Rio de Janeiro. Nasceu em Avanhandava/SP. Cursou o antigo ginásio e científico no Colégio Salesiano de Lins/SP. Foi líder estudantil durante o curso de medicina: presidente do Centro Acadêmico, representante estudantil na União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Metropolitana de Estudantes (UME/RJ), representante dos estudantes de medicina em Congresso Internacional de Estudantes de Medicina realizado em Toluca, no México em 1957. Político, fundador do MDB de Paranavaí, participando de várias campanhas eleitorais. Fundador do Hospital São Lucas de Paranavaí. Trabalhou por vários anos na saúde pública e na perícia médica. Este insigne colaborador das artes foi, ainda, o ilustre presidente da APAC: Associação Paranavaiense de Arte e Cultura.
A Casa da Cultura: A Casa da Cultura de Paranavaí, foi inaugurada em dezembro de 1987 com o nome de Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade. O prefeito municipal da época era o senhor Benedito Pinto Dias e o primeiro diretor presidente da Fundação Cultural foi o senhor José Carlos Beckhauser por dois anos e pelos outros dois, o senhor Emir Mância. A Casa da Cultura é equipada com auditório para 130 pessoas, com ar condicionado onde acontecem palestras, seminários, sessões de cinema, espetáculos de teatro, dança e etc. Ali funciona também o Museu Histórico de Paranavaí, com vários documentos, peças, fotos e móveis em exposição permanente. São dinamizadas as oficinas livres de teatro, circo, dança, desenho, pintura a óleo sobre tela e literarte. A Casa da Cultura foi o primeiro equipamento cultural da Prefeitura e durante anos, foi a sede da Fundação Cultural de Paranavaí que a gerencia hoje.
O Museu Histórico: 
O Museu Histórico de Paranavaí, existe desde o ano de 2007. Iniciou-se primeiramente como o Projeto Memória e História de Paranavaí que busca resgatar, preservar e salvaguardar o Acervo Histórico e Cultural do Município de Paranavaí. Funciona atualmente junto ao prédio da Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade e é administrado pela Fundação Cultural de Paranavaí. O acervo do Museu já conta hoje com cerca de mais de 600 peças, incluindo fotos, obras de arte, objetos do cotidiano dos pioneiros, documentos e outros. Seu espaço é dividido entre a Exposição Permanente, dividida em várias fases, e a Exposição Temporária. A equipe do Museu desenvolve várias atividades de ações educativas, entre elas está a Oficina Literarte que recebe duas vezes na semana, no espaço do museu, crianças e adolescentes para vivenciarem atividades que reúnem história e arte. O Museu está aberto de segunda a sexta-feira das 8hs às 11h30 e das 13h30 às 17h, sendo possível abrir em outros horários com agendamento prévio. Agendamos também visitas monitoradas para o público de escolas e outros grupos, onde fazemos um passeio pela história de Paranavaí através do acervo, assim como fazemos uma viagem pela memória de outros tempos. O acervo atual do Museu constitui em:
= Objetos e utensílios antigos (pertencentes aos colonos ou pioneiros)
= Instrumentos de trabalho (usados na lavoura, campo ou na derrubada da mata)
= Instrumentos da história do café.
= Acervo históricos (peças ligadas a história da cidade ou personalidades)
= Acervo numismático (moedas, cédulas, cartões e postais)
= Obras de arte.
= Coleção de discos.
= Coleção de filmes antigos.
= Coleções pessoais de pioneiros.
= Documentos iconográficos (fotos, slides e imagens)
= Documentos textuais.
= Documentos orais (entrevistas em áudio e vídeo com pioneiros)