segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Lucília Junqueira De Almeida Prado Fiz o Que Pude

Boa Noite Notívagos...O Livro Que Mais Marcou Minha Infância,e é Ate Hoje Um Dos Meus Livros Favoritos é Fiz o Que Pude,De Lucília Junqueira de Almeida Prado,Nele Eu Aprendi Desde Cedo,Que Sempre Temos Que Fazer a Nossa Parte. O Livro Abriu Minha Mente Sobre Tudo e Todos Na Sociedade Em Que Vivemos, e Mesmo Sendo Criança Na época Eu Aprendi Que As Coisas Só Mudam De Verdade Quando Cada Indivíduo Faz a Sua Parte No Mundo, Pois Nada Muda Se Você Não Mudar. Com a história do valente passarinho que não deixa de fazer a sua parte, o autor nos apresenta a floresta como a generosa mãe que tudo dá, e os animais como os filhos cheios de gratidão e reconhecimento pelas dádivas recebidas. Mas esta não é meramente uma história sobre a preservação do meio ambiente. É, mais do que isso, uma lição de cidadania. De um modo gostoso e descomplicado, o pequeno leitor pode ir tomando consciência de que ele também pode fazer a sua parte.
Autora: Lucília Junqueira de Almeida Prado
 Editora Moderna: Coleção Girassol
Editora Moderna: Edição 1995 - ReEdição Em 2002
A história de uma floresta muito linda, muito grande, com árvores altíssimas, sombras refrescantes. As árvores davam flores o ano inteiro. Os bichos assim diziam satisfeitos :

- Vejam as flores amarelas daquele ipê!

Nem o ouro é tão brilhante, colírio para os olhos, fartura para as abelhas...

 Nela moravam animais de todas as espécies e jeitos, e cores. Uma vez por mês  todos se reuniam e cada um dava seu palpite, sugestão, ou reclamação. Comentavam sobre  o doce  mel das abelhas, as folhas que caiam etc.... Desde as minúsculas formigas até a musculosa onça-pintada participava da confabulação. O sr. macaco aconselhava:

- Não devemos nos lembrar só o que a floresta pode fazer por nós, mas do que nós podemos fazer por ela. Todos batiam palmas.

Cada um dava seu palpite de como poderiam cuidar mais da floresta, que afinal era casa de todos.

No entanto havia um passarinho, pequenino, de uma cor que ninguém sabia dizer qual era, nem marrom, nem cinza, nem bege, um passarinho muito sem graça. Ele nunca dava palpites e dizia que saber escutar os conselhos e as idéias dos outros também  tem seu valor.

Até que um dia, sem ninguém saber de onde, veio o fogo. Muito alto e com muita força ia destruindo a floresta tão amada por todos. Os animais apavorados só pensavam em fugir.

Só ficou o passarinho sem graça. Resolvera não fugir, pensando:

" Ué! Não é agora a hora de fazer alguma coisa pela floresta? Ela que até hoje só nos protegeu?"
E, voando até a nascente do riacho, encheu o bico de água, que veio derrubar o sobre o fogo da floresta. A minúscula quantidade de água sobre o fogaréu imenso. E voava da mata para o riacho, incansável. Depois de muito tempo, o fogo foi baixando e os outros bichos, admirados com a valentia do passarinho, voltaram para lhe perguntar:

- Mas  de que adianta todo seu esforço?

- Você não conseguirá apagar o fogo da floresta...Então ele disse:

- Sei disso, mas. quando o fogo se apagar e o chão estiver coberto de cinzas, se me perguntarem o que fiz para evitar a destruição, posso responder: "FIZ O QUE PUDE "!
= Lucília Junqueira De Almeida Prado é Uma Importante Autora Brasileira. Ela Passou a infância numa fazenda perto de Conquista, no Triângulo Mineiro, até que voltou para sua cidade natal, São Paulo, para fazer o ginásio. Terminado o curso, fez secretariado, além de cursos de inglês, francês e literatura. Aos 19 anos, casou-se e voltou a morar numa fazenda, no interior paulista. Lucília tem cinco filhos, onze netos e seis bisnetos. É autora de 65 livros infantis e juvenis e dez livros de contos. Com Uma rua como aquela, marcou a renovação da literatura brasileira destinada a jovens e recebeu o Prêmio Jabuti, em 1971. Ganhou mais de oito premios, entre eles o Pen Clube Internacional. A Autora Lucília Junqueira de Almeida Prado nasceu em São Paulo. Passou todo sua infância numa fazenda perto da cidade de Conquista, no Triângulo Mineiro. Voltou a São Paulo para fazer o ginásio no Colégio das Cônegas de Santo Agostinho. Terminando este curso, fez Secretariado, Aliança Francesa, Cultura Inglesa e alguns cursos de literatura. Sempre gostou muito de português e do professor da matéria José Adelino D' Azevedo, guarda as melhores recordações e a alegria de ter sido ele o primeiro a vaticinar que ela seria escritora. Chamava-a para ler suas composições e narrações, de frente para a classe, sobre o estrado onde ficava sua escrivaninha. Quando terminava, ele que era português nato, tendo um metro e meio de altura, passava o braço pelas suas costas e dizia: “A m'inina vai ser escritora! A m'inina vai ser escritora!” Aos 19 anos casou-se com um fazendeiro e voltou a morar numa fazenda entre as cidades de Orlândia e Morro Agudo. Assim realizou um sonho: voltar a morar no interior com tempo para muito escrever. Tem cinco filhos, onze netos e, por enquanto quatro bisnetos. Este é seu segundo livro de contos para adultos, pois que o primeiro chama-se “Cheiro de Terra”. Até eles, escreveu 65 livros para a infância e juventude. seu segundo livro “Uma rua como aquela” ganhou o Jabuti 1971. Tem mais 8 prêmios sendo o mais importante o do “Pen Clube Internacional” pelo conjunto de suas obras. Lucília foi presidente da “Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil” nos anos de 1980 e 1981. Em 1980 ganhou o diploma “Personalidade do Ano”.

Elessandro De Almeida Blogger

 

Pvaí Cidade Poesia...Da junção Dos Rios Paraná e Ivaí, surgiu a Colônia Paranavaí. A Cidade Poesia Do Paraná.

 
A Cidade Poesia Do Paraná. Da junção Dos Rios Paraná e Ivaí, surgiu a Colônia Paranavaí. Pvaí é um município localizado no Noroeste do estado do Paraná, principal centro da microrregião de Paranavaí. Fundada em 1951. Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está a imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul.

Fotos De Elessandro De Almeida Blogger:

sábado, 11 de setembro de 2021

Elessandro De Almeida Blogger

 
Pvaí Cidade Poesia...Da junção Dos Rios Paraná e Ivaí, surgiu a Colônia Paranavaí. A Cidade Poesia Do Paraná. Paranavaí é um município cultural localizado no Noroeste do Paraná, Fundada em 1951. A cidade é hoje centro de um município onde vivem cerca de 90 mil habitantes, de acordo com as ultimas estatísticas. Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul. A partir de 1930, o povoamento deslocou-se rapidamente para a Fazenda Velha Brasileira, atual zona urbana de Paranavaí, em terras virgens e férteis foi plantado nada menos que um milhão de pés de café. A inesgotável exuberância da terra da Fazenda Velha Brasileira atraiu, em curto lapso de tempo, pessoas de todos os quadrantes do país, que vieram de uma ou outra forma, contribuir para o progresso e desenvolvimento da cidade nascente. A Fazenda Velha Brasileira, surgindo sob inspiração de Dr. Lindolfo Collor, um dos líderes da Revolução de 1930 e autor da legislação trabalhista brasileira veio a pertencer-lhe. Posteriormente foi transferida à Companhia Braviaco. Algum tempo mais tarde, por conta do Decreto No. 800"de 8 de abril de 1931, assinado pelo General Mário Tourinho, então Interventor Federal do Paraná, as terras de Paranavaí voltaram ao domínio do Estado, sendo autorizado o seu loteamento. Data dessa época o início da decadência da povoação e da localidade. Devido à burocracia existente, verificou-se um verdadeiro êxodo na população, que abandonava o patrimônio para fixar-se noutra localidade. Somente a partir de 1944, reiniciou-se o loteamento sob orientação do Dr. Francisco de Almeida Faria, quando, então se acredita, a localidade recebeu a denominação de "Colônia Paranavaí", neologismo formado pela junção dos nomes dos rios Paraná e Ivaí. Em 1956, no concurso promovido pela Associação Brasileira de Municípios, Paranavaí foi classificada, recebendo o "Diploma de Honra", como um dos cinco municípios de maior progresso e desenvolvimento em todo o Brasil sendo entregue pelo então presidente da república Juscelino Kubitschek. Paranavaí conta com um dos mais modernos teatros do Paraná. O Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa, que foi inaugurado na noite de primeiro de abril de 2003 com o espetáculo O Segundo Sopro, do Balé Teatro Guaíra. O Teatro está no Centro Cultural Rodrigo Ayres, possuem 357 lugares, palco em estilo italiano, três camarins e ar condicionado central. A obra tem ainda um elevador para pessoas deficientes e um moderno sistema de som. O Femup - Festival de Música, Poesia e Contos de Paranavaí é um dos únicos do gênero no Brasil e é realizado há mais de 45 anos. E ainda o Projeto Ler para Crescer, que é uma feira onde são expostos vários livros e trabalhos para todo tipo de idade. A pouco tempo atrás foi lançado um livro sobre a cidade, intitulado "Paranavaí, Sua Marca...Sua História...Sua Gente" e escrito pela professora Fátima Ferreira Louro Pinto. Além do Teatro Municipal, Paranavaí ainda conta com uma Casa de Cultura, com um pequeno teatro para apresentações e eventos menores.

 

FEMUP: Festival de Música e Poesia: O FEMUP Festival de Música e Poesia de Paranavaí, existe desde 1966. É um dos mais antigos Festivais do Brasil e talvez o único que reúne em três noites poesia, música, conto e declamação. Alunos do Curso de Oratória e Liderança, do Colégio Estadual de Paranavaí, liderados pelo professor Gomes da Silva, pensaram em fazer uma “noite de arte”, envolvendo declamação, poesia e música. Levaram a idéia ao professor. Ele gostou. Mas aconselhou o nome de “festival” – sugeria festa, alegria – E disse: “Vamos chamar de 1º FESTIVAL DE MÚSICA E POESIA, pois poderá continuar”. Em 1968, o 3º Festival de Música e Poesia de Paranavaí, ganhou um companheiro, o 1º Concurso Literário de Contos. Então o FEMUP passou a se chamar Festival de Música e Poesia de Paranavaí e Concurso Literário de Contos. Todos os anos a Fundação Cultural promove este evento que conta com a participação de artistas de várias partes do Brasil. O FEMUP não é da Prefeitura. Não é da Fundação Cultural. Não é de ninguém. O FEMUP é patrimônio histórico nacional. Sua importância na vida das pessoas, que de alguma forma dele participam, transcende nossa compreensão.

O Teatro Municipal: O Teatro Municipal de Paranavaí, foi inaugurado no dia 1º de abril de 2003 e a partir do dia 16 de dezembro de 2004 foi nominado como Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa. As instalações do Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa, demonstram requinte e conforto ao público e artistas. Juntamente com esta desenvoltura arquitetônica e tecnológica, encontramos uma equipe altamente qualificada para assessorar todos os eventos neste local, que é considerado como referência no Paraná. Sua capacidade é de 353 lugares. Dr. Altino Afonso Costa,Poeta, cronista, declamador. Lançou em 2001 seu livro de crônicas e poemas “Buquê de Estrelas”. Médico em Paranavaí, formado em 1960, pela Faculdade de Ciências Médicas do Rio de Janeiro. Nasceu em Avanhandava/SP. Cursou o antigo ginásio e científico no Colégio Salesiano de Lins/SP. Foi líder estudantil durante o curso de medicina: presidente do Centro Acadêmico, representante estudantil na União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Metropolitana de Estudantes (UME/RJ), representante dos estudantes de medicina em Congresso Internacional de Estudantes de Medicina realizado em Toluca, no México em 1957. Político, fundador do MDB de Paranavaí, participando de várias campanhas eleitorais. Fundador do Hospital São Lucas de Paranavaí. Trabalhou por vários anos na saúde pública e na perícia médica. Este insigne colaborador das artes foi, ainda, o ilustre presidente da APAC: Associação Paranavaiense de Arte e Cultura.

A Casa da Cultura: A Casa da Cultura de Paranavaí, foi inaugurada em dezembro de 1987 com o nome de Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade. O prefeito municipal da época era o senhor Benedito Pinto Dias e o primeiro diretor presidente da Fundação Cultural foi o senhor José Carlos Beckhauser por dois anos e pelos outros dois, o senhor Emir Mância. A Casa da Cultura é equipada com auditório para 130 pessoas, com ar condicionado onde acontecem palestras, seminários, sessões de cinema, espetáculos de teatro, dança e etc. Ali funciona também o Museu Histórico de Paranavaí, com vários documentos, peças, fotos e móveis em exposição permanente. São dinamizadas as oficinas livres de teatro, circo, dança, desenho, pintura a óleo sobre tela e literarte. A Casa da Cultura foi o primeiro equipamento cultural da Prefeitura e por ali, durante anos, foi a sede da Fundação Cultural de Paranavaí que a gerencia hoje.

 

O Museu Histórico: O Museu Histórico de Paranavaí, existe desde o ano de 2007. Iniciou-se primeiramente como o Projeto Memória e História de Paranavaí que busca resgatar, preservar e salvaguardar o Acervo Histórico e Cultural do Município de Paranavaí. Funciona atualmente junto ao prédio da Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade e é administrado pela Fundação Cultural de Paranavaí. O acervo do Museu já conta hoje com cerca de mais de 600 peças, incluindo fotos, obras de arte, objetos do cotidiano dos pioneiros, documentos e outros. Seu espaço é dividido entre a Exposição Permanente, dividida em várias fases, e a Exposição Temporária. A equipe do Museu desenvolve várias atividades de ações educativas, entre elas está a Oficina Literarte que recebe duas vezes na semana, no espaço do museu, crianças e adolescentes para vivenciarem atividades que reúnem história e arte. O Museu está aberto de segunda a sexta-feira das 8hs às 11h30 e das 13h30 às 17h, sendo possível abrir em outros horários com agendamento prévio. Agendamos também visitas monitoradas para o público de escolas e outros grupos, onde fazemos um passeio pela história de Paranavaí através do acervo, assim como fazemos uma viagem pela memória de outros tempos.


A História Da Cidade: O primeiro núcleo de colonização de Paranavaí surgiu em 1930, com a antiga Fazenda Montoya. Naquela época, grandes negociações de terras foram feitas no Paraná, fazendo com que a economia do estado crescesse. Na época da Revolução liderada por Getúlio Vargas, na década de 30, o governo começou a retomar as concessões de terras feitas a proprietários contrários ao novo regime. Aos que apoiavam Getúlio, foram feitos grandes investimentos. A Fazenda Brasileira tinha como proprietários Lindolfo Collor de Mello e Landulfo Alves, duas personalidades públicas ilustres da época. Collor era o ministro do Trabalho de Getúlio Vargas e Alves o interventor Federal do estado da Bahia. Foram plantados na Fazenda Brasileira 1 milhão de pés de café, absorvendo a mão-de-obra da Fazenda Montoya, que se esvaziou. Em 1931, o governo se apropriou das terras da Fazenda Brasileira para colonização. O estado loteou a imensa área. A atividade cafeeira que estava em alta foi prejudicada pelo início da colonização, por causa da burocracia para a legalização das terras. Vieram para a região principalmente colonos japoneses e portugueses, libaneses, espanhóis e alemães. A única ligação que o povoado tinha era uma rodovia em direção ao estado de São Paulo. O interventor Manoel Ribas determinou a abertura de uma ligação com o município de Arapongas, que foi melhorada em 1939. Após 1944, o povoado foi rebatizado como Colônia Paranavaí. Em 14 de dezembro de 1951 foi criado o município de Paranavaí e no ano seguinte, foi instalada oficialmente a sede do município, em 14 de dezembro de 1952. O primeiro prefeito foi José Vaz de Carvalho. Antes da colonização, Paranavaí era totalmente coberta por uma exuberante variedade vegetal, típica da Mata Atlântica, que cobria todo o estado. Com os ciclos econômicos da pecuária e do café, a mata original foi praticamente erradicada do município. Hoje restam apenas 2% da vegetação nativa. Para mudar esse quadro, nos últimos cinco anos foram plantadas cerca de 610 mil mudas, cobrindo cerca de 250 hectares. A política de reflorestamento continua na cidade, com a participação de crianças de quase todas as escolas do município.

Os rios do município também estão sendo recuperados com a reconstituição das matas ciliares. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o Instituto Ambiental do Paraná e o Ibama estão fiscalizando a bacia hidrográfica do Rio Paraná na região, assegurando a preservação dos mananciais. Esses órgãos desenvolvem projetos para o aumento da fauna fluvial e a limpeza dos leitos dos rios. Em Paranavaí, o meio ambiente é prioridade em qualquer ocasião. A instalação de empresas e a construção de novos prédios estão condicionadas à conservação do meio ambiente. O Bosque Municipal é um centro de educação ambiental, servindo de referência para a preservação do meio ambiente não só em Paranavaí, mas em toda a região. Com 119 estabelecimentos de ensino e duas universidades, Paranavaí é o pólo de educação para mais de 30 municípios do noroeste do Paraná e de outros estados. O índice de alfabetização de Paranavaí é de 91,2%. Só na cidade, 35% da população atualmente freqüenta alguma instituição de ensino, desde a pré-escola até a faculdade. Os alunos de todas as idades têm direito ao passe livre, podendo utilizar gratuitamente o transporte coletivo para chegar até as escolas ou a universidade. Além disso, milhares de alunos das escolas rurais são transportados diariamente por carros da Secretaria Municipal de Educação. Com 19 cursos universitários, Paranavaí é o centro de educação superior da Região Noroeste. As duas universidades existentes na cidade atendem a população de toda a Região Noroeste, Sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul. As universidades estão em plena expansão, com a previsão de novos cursos. 

O Femup - Festival de Música e Poesia de Paranavaí - é o maior evento cultural da região, além de ser o único festival no Paraná a contar com apresentações musicais, declamações, concurso de contos e poesias. O Femup reúne artistas de todo o Brasil. Paranavaí conta com uma variedade enorme de artistas plásticos. O artista Roberto Pereira da Silva, conhecido nacionalmente como Persil, é o maior expoente da cidade. Paranavaí conta com a única Mostra Anual de Artes Plásticas da região. Artistas plásticos de todo o país participam da Bienal de Artes Plásticas.  Destaque no cenário musical brasileiro, o Grupo Gralha Azul é um patrimônio cultural de Paranavaí. Levando a musicalidade e as histórias da região a todo o país. Gralha Azul tem uma longa e bem sucedida carreira. A Fundação Cultural de Paranavaí também mantém outros músicos, como a Orquestra de Sopros, e o Coral Viva Voz, grupo vocal com repertório popular variado. Paranavaí conta com dezenas de atores e diretores teatrais, em diversos grupos de artes cênicas. Um moderno teatro, instalado no Centro Cultural de Paranavaí, é o referencial da região para espetáculos teatrais. A cidade também conta com escritores e poetas de renome. O poeta Altino Afonso Costa publicou recentemente o livro de poesias Buquê de Estrelas. Paulo Campos também escreve poesias, destaque para o livro Memórias de Luta. O escritor Sérgio Rubens Sossella, publicou livros como Poeta de Casa Ardendo. O Atlético Clube Paranavaí, chamado carinhosamente de Vermelhinho pela torcida, é uma das maiores paixões do povo da cidade. O clube atrai milhares de torcedores em todos os jogos. A torcida permanece fiel ao time em qualquer situação do campeonato. O quartel-general do Vermelhinho, o Estádio Waldemiro Wagner, possui capacidade para cerca de 30 mil espectadores, sendo o maior da região. Outra paixão dos torcedores é o time de futsal da São Lucas. O time, que existe desde 1980, é um dos destaques no cenário estadual. Entre os títulos conquistados, o São Lucas foi campeão geral do campeonato paranaense de futsal. O São Lucas é composto por atletas que competem em diversas categorias, de crianças a adultos, amadores e profissionais. Paranavaí possui dois Centros de Excelência para a descoberta de novos talentos no vôlei e no handebol. Duas quadras padronizadas e instrutores graduados servem de apoio para o destaque de novos atletas. E atletas de Paranavaí participam de competições em todo o Brasil. Paranavaí também é um celeiro de novos talentos no atletismo e na natação.

Assim como acontece na Educação, Paranavaí é o pólo para o atendimento médico dos municípios do noroeste do Paraná. Para isso, a cidade conta com um Centro Regional de Especialidades, com consultas nas mais variadas áreas da medicina. O município também possui um Hemonúcleo Regional, atendendo a uma população de aproximadamente 300 mil pessoas. Os dois centros fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Saúde dos municípios do noroeste. Centenas de clínicas e hospitais fazem de Paranavaí centro de referência para a saúde da região. Com ambulatórios de ortopedia, ginecologia, obstetrícia, maternidades, UTI e leitos suficientes para o atendimento de toda a região, a cidade recebe dezenas de ônibus com pacientes diariamente. Estão sendo investidos mais de R$ 7 milhões na construção de um novo centro de saúde e na transformação de um hospital em Centro de Excelência Regional. Com os investimentos, Paranavaí se torna um pólo de especialidades médicas, com capacidade de realização para qualquer procedimento de saúde, com clínicas atendendo as mais variadas especialidades médicas. A agropecuária continua sendo alavanca que impulsiona o crescimento da cidade. Paranavaí possui uma intensa atividade agrícola. A produção de mandioca abastece dezenas de farinheiras e fecularias. Milhares de toneladas de mandioca são processadas por dia no município. Paranavaí é o maior produtor estadual de mandioca, respondendo por 24% das 3,9 milhões de toneladas que o Paraná produz anualmente. O crescimento no setor garantiu ao município a quarta posição no ranking das cidades com maior oferta de emprego no estado. A partir de projetos da Prefeitura, foi criada a ADAP (Associação de Desenvolvimento da Agroindústria de Paranavaí), que reúne dezenas de micro-empresários da agroindústria, gerando milhares de empregos. A citricultura é outra marca da cidade, que ficou conhecida como a "capital da laranja". Paranavaí é o segundo município do estado em produção de frutas, A cidade conta com duas indústrias processadoras de laranja, que produzem suco concentrado para exportação, principalmente para a Europa. A atividade agroindustrial cresceu em Paranavaí. A cidade também se destaca na produção de leite e derivados. O noroeste do Paraná possui 36% do rebanho bovino do estado. A região detém quase 60% de todos os frigoríficos do Paraná. Os frigoríficos de Paranavaí também exportam a maior parte de sua produção para Europa.

sábado, 4 de setembro de 2021

Ecoterapia A Terapia Verde

 
Boa Noite Notívagos...Vá Para Natureza e se Cure. Essa sensação boa e os efeitos benéficos que os ambientes naturais causam em nosso estado físico e mental, é Chamado de EcoTerapia, e isso é o que a sociedade mais precisa atualmente. Com Isso também percebermos claramente, que a EcoTerapia é um ramo próspero de estudo da psicologia e da medicina moderna. Os profissionais que tratam os pacientes com sessões de ecoterapia descobriram que trabalhar com os elementos naturais, gera bem-estar e uma sensação de calma que cura a mente, o corpo e o espírito. Toda a natureza está conectada e somos inerentemente parte dela. No entanto, com a maioria da população morando em cidades e grandes metrópoles, essa sensação tende a diminuir cada vez mais. Isolando seres humanos da Natureza, como se fôssemos coisas distintas e distantes. Nós estamos e somos ligados à natureza como qualquer outra criatura viva nesse planeta. Portanto, essa reinserção das pessoas aos ambientes naturais pode ser tão restauradora e curativa. Imagina quando algo te preocupa, deixa a cabeça cheia ou te coloca sob estresse e você tem a chance de tomar banho de cachoeira, andar por trilhas, encostar no tronco de uma árvore, comer fruta do pé, respirar ar puro, enfim. Quando estamos em contato com a natureza, parece que tudo melhora, Essa conexão traz uma sensação de bem-estar, acolhimento e revigora a energia. Assim pensamos e nos sentimos melhor e os problemas parecem mais fáceis de resolver.
Basicamente os ambientes naturais potencializam sentimentos positivos, como alegria, afeição, tranquilidade, descontração. E, ao contrário, lugares sem natureza, despertam tristeza, tendência a agressão e raiva. A ecoterapia se baseia no princípio de que o bem-estar físico e mental das pessoas é afetado positivamente pelo ambiente natural”, diz a psicoterapeuta Babita Spinelli. “Eu acredito no poder de cura da natureza e sinto que incorporar aspectos da natureza fornece benefícios de cura calmantes. Buscar a cura por meio da ecoterapia, tendo  a natureza em mente, é acreditar que a conexão com o ambiente natural pode renovar a alma e, por sua vez, reduzir o estresse. Ela é uma forma de auxiliar a cura a partir da reconexão com a natureza. É um dos chamados serviços ecossistêmicos, o conjunto de todos os benefícios que a natureza nos proporciona. Conhecida também como Terapia Verde ou Natural, foi desenvolvida por Theodore Roszak, e o termo introduzido em seu livro de 1992, The Voice of Earth: ecopsychology, cujo foco está na relação humana com a natureza. É uma forma de auxiliar a cura a partir da reconexão com a natureza.
 
Enfim Galera...Pratiquem Ela, Pois Há muitas abordagens terapêuticas ligadas à EcoTerapia, e práticas simples, como exercícios ao ar livre, jardinagem, plantio e contemplação, podem fazer grande diferença na sua qualidade de vida. Uma simples caminhada na natureza pode reduzir a ansiedade, manter o ânimo e até melhorar a memória. Vlw Galera Ate.